OLÁ OLÁ, Terra.
Uma palavrinha antes de começar o segundo capítulo...
Obrigado infinitamente pelas visualizações e comentários positivos do primeiro capítulo, e agora vem uma ideia diferente do primeiro capítulo, conheçam as palavras da minha amiga... Adrielle Priscila.
Nós estávamos combinando isso desde antes do começo de tudo, um capítulo será escrito por mim, JJJoão, como vocês já sabem e outro por ela, alternadamente, então não se preocupem se as palavras estiverem diferentes do primeiro capítulos, nós dois temos um jeito particular de escrever, e espero que gostem do jeito dela tanto quanto gostaram do meu.
Sem mais enrolação...
CAPÍTULO 2Segundo piloto / Prazer, T.
6 de outubro de 1989
6:43
-Taylor, acorde! Vai perder a hora desse jeito!
Abri os olhos lentamente, sentei na borda da cama e falei, sonolenta:
-Ah... hora de... de quê?
-Já esqueceste que hoje é o seu primeiro dia no trabalho? Parabéns, senhorita Agente "Quase Profissional"
Soltei uma risada para ela, levantei da cama e fui direto ao banheiro. Teyce era a minha melhor amiga, ela tinha uma habilidade incrível de me acordar na hora certa... todos os dias.
Depois do banheiro, pus a primeira roupa formal que encontrei no meu armário, peguei meu bloco de anotações, minha bolsa, alguns documentos necessários e bebi rapidamente uma xícara de café com creme que Teyce deixara pra mim, e desci as escadas, Teyve estava na porta, me esperando.
- Você vai se dar bem, fique calma, você é ótima, qu...
- Chega. - A cortei - você é minha melhor amiga, não ocupe o lugar da minha mãe.
Após risos e conselhos, saí de casa e fui para o ponto de ônibus na esquina, um ônibus iria chegar em alguns minutos, eu teria que ser rápida para que meu chefe, Sr. Miranda, não reclame mais uma vez.
Quando o ônibus chegou, entrei nele com um pulo, estava praticamente vazio, sentei em uma das cadeiras da frente e comecei a anotar coisas referentes ao trabalho.
29 anos de sonhos e expectativas, talvez depois de ter conseguido o emprego dos sonhos consiga também, a vida dos sonhos, e o amor dos...Taylor, não. Amor é uma bobagem que só nos confunde e nos atrapalha.
Desviei o olhar do caderno para a janela, a paisagem era a praça principal com casais passando, uma bela distração para ocupar a vida de quem não tem nada para fazer...
Ao chegar no ponto, me levantei da cadeira, estava exatamente na esquina da agência. Fui correndo até a porta e estava somente alguns minutos atrasada, mas o Sr. Miranda me encarava, com um semblante sério, esperava uma bela bronca mas ele somente disse "Vamos." e eu o segui até a sua sala.
A sala era bastante organizada, ele parecia muito perfeccionista com tudo, ele foi até a sua mesa, abriu a sua gaveta e retirou dela alguns itens, pouco a pouco. Quando me dei conta estavam na mesa: Um papel cujo documento era intitulado como "Residentes do Hotel Bonneaut - 1987", uma chave de um carro (Já que tinha dentes dos dois lados) e uma arma.
- Você vai se dar bem, fique calma, você é ótima, qu...
- Chega. - A cortei - você é minha melhor amiga, não ocupe o lugar da minha mãe.
Após risos e conselhos, saí de casa e fui para o ponto de ônibus na esquina, um ônibus iria chegar em alguns minutos, eu teria que ser rápida para que meu chefe, Sr. Miranda, não reclame mais uma vez.
Quando o ônibus chegou, entrei nele com um pulo, estava praticamente vazio, sentei em uma das cadeiras da frente e comecei a anotar coisas referentes ao trabalho.
29 anos de sonhos e expectativas, talvez depois de ter conseguido o emprego dos sonhos consiga também, a vida dos sonhos, e o amor dos...Taylor, não. Amor é uma bobagem que só nos confunde e nos atrapalha.
Desviei o olhar do caderno para a janela, a paisagem era a praça principal com casais passando, uma bela distração para ocupar a vida de quem não tem nada para fazer...
Ao chegar no ponto, me levantei da cadeira, estava exatamente na esquina da agência. Fui correndo até a porta e estava somente alguns minutos atrasada, mas o Sr. Miranda me encarava, com um semblante sério, esperava uma bela bronca mas ele somente disse "Vamos." e eu o segui até a sua sala.
A sala era bastante organizada, ele parecia muito perfeccionista com tudo, ele foi até a sua mesa, abriu a sua gaveta e retirou dela alguns itens, pouco a pouco. Quando me dei conta estavam na mesa: Um papel cujo documento era intitulado como "Residentes do Hotel Bonneaut - 1987", uma chave de um carro (Já que tinha dentes dos dois lados) e uma arma.
O Sr. Miranda sentou-se na sua poltrona, colocou os pés na mesa e tomou um pouco de alguma coisa que estava em uma xícara perto dele, a única palavra que ele me disse foi.
- Sorte.
Eu fui até a mesa, peguei a arma e coloquei na minha bolsa, a chave, no meu bolso e o documento, continuei segurando e o encarando, o endereço do hotel era constado somente com o nome "Bloomfield Hills, Michigan", confesso que fiquei um pouco pensativa, pois era uma viagem longa daqui para lá e eu pouco sabia sobre dirigir, mas, iria enfrentar, já que o caso parece ser sério.
Saí da sala do Sr. Miranda e percebi que grampeado com o documento dos nomes, havia um bilhete escrito "FRP-9123, vá hoje. É urgente.", fui até a calçada e passei olhando para todas as placas de carro da rua, até achar um carro preto e singelo, com a mesma placa da anotação.
Ao abrir a porta do motorista, havia um mapa no banco com um marcador vermelho indicando o caminho, olhei para a entrada da agência e uma mulher de quepe estava me encarando e assentiu com a cabeça, eu entrei no carro, respirei fundo e liguei o motor, eu estava meio enferrujada, mas, continuei em frente com o mapa do meu lado.
***
À medida que ia rodando a estrada, a paisagem se tornava cada vez menos urbana, paisagens que me pareciam familiares mas ao mesmo tempo me causavam estranhamento...
***
17:53
Após uma volta na cidade, uma construção cinzenta estava posta em frente um lago, parei o veículo, saí do carro, respirei fundo e fui andando direto á escadaria, aquilo me causava uma sensação de déjà vu, subi as escadarias de pedra e o hotel por dentro era incrívelmente rústico e estranho.
Haviam sofás e poltronas no lado direito do salão e algumas pessoas se encontravam ali, o lugar parecia agora, não tão estranho, já que haviam também crianças ali.
Ao chegar na recepção um garoto de cabelos não tão longos estava me encarando e com um semblante triste mal me olha, mas diz:
- O que deseja?
- Hospedagem para o fim de semana, por favor...
- Deseja algum quarto em especial?
- O número oito está disponível?
- Sim, aliás, foi uma boa escolha, parece que você não veio com mais ninguém e esse quarto é uma suíte perfeita para hóspedes que vêm sozinhos. Nome?
-Taylor Swan Chandler
Ele me fez assinar um papel, me disse o preço e eu tirei o dinheiro da carteira torcendo para que fosse o suficiente, me sobrara pouco, mas eu vou sobreviver. Me deu as chaves e eu fiquei parada esperando para que ele me falasse algo, mas ele continua em silêncio, logo, me viro e olho os detalhes do lugar, entro num elevador avermelhado e pressiono o botão "1", já que haviam somente 5 andares a lógica me disse que o número oito não poderia ficar tão encima.
Ao chegar em um dos andares um homem de bigode e careca vem saindo do corredor e ele me para ali mesmo. Ele me diz algo sobre a hora do jantar num salão e saí, de volta para o elevador, eu procuro o número oito, que fica quase no fim do corredor, embaixo de uma lâmpada que pisca, abro a porta e assim que tenho a oportunidade, deixo minha bolsa na cama, a suíte era de tamanho normal mas eu aguentaria ficar ali por um final de semana ao menos.
Respiro fundo, saio do corredor e volto para o elevador, quando ele se abre algumas pessoas se encontram nele, um homem alto com um cabelo arrumado e um outro de capote com um chapéu preto e barba que dá um sorriso para mim. Entro no elevador e espero o elevador descer até que o homem de barba puxa assunto.
- Vai jantar, senhorita?
- Ahem... sim. - Respondo evitando muito contato visual, enrolando o cabelo
- Idem. - O senhor alto replicou.
Quando o elevador se abriu, a maioria das mesas estavam ocupadas, na verdade, só havia uma totalmente livre, duas delas estavam ocupadas por somente uma pessoa, uma delas parecia um sapo e a outra era uma mulher que parecia ter escapado da morte faz muito tempo.
O homem de barba, por fim, me falou.
- Jante conosco, senhorita.
Eu não vi por que não... Vamos nos misturar.
- Aliás, - Ele disse enquanto andava do meu lado até uma mesa no canto do salão. - Meu nome é Henth e aquele caladão é Marley...
- Taylor... - Acrescentei, o cortando - Taylor Swan.

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